A vítima, o sargento da Polícia Militar do DF (PMDF) Daniel Quezado Amaro, 45 (foto em destaque), foi assassinado no Sudoeste, bairro nobre de Brasília, em 24 de fevereiro de 2016.
O sargento foi encontrado morto na sala de seu apartamento pelas primeiras equipes de socorro que chegaram ao local.
Durante as investigações, conduzidas pela 3ª Delegacia de Polícia (Cruzeiro) e, posteriormente, pela Corregedoria da PCDF, Mirtes sustentava que o marido havia cometido suicídio na frente dela.
A hipótese, porém, foi prontamente rechaçada pelos investigadores, que afirmaram ser praticamente impossível alguém tirar a própria vida com três disparos.
As investigações confirmaram que o casal viveu uma relação conturbada ao longo de 27 anos, fato comprovado por parentes do militar durante depoimentos. Ela foi indiciada por homicídio qualificado, mas responde ao processo em liberdade.
“A gente espera a condenação, afinal de contas foi um assassinato. O coitado do meu irmão nem teve condições de se defender”, disse o irmão da vítima, o analista de sistemas Ricardo Quezado, de 62 anos.
A reportagem tentou contato com o advogado de Mirtes. O espaço segue aberto.






